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Walter E. Williams e uma Crítica Moral ao Assistencialismo Estatal

"Supomos que eu vejo uma idosa vulneravelmente encolhida numa calorosa grelha em um inverno mortal. Ela está com fome e com necessidade de abrigo e atenção médica. Para ajudar a mulher, eu caminho até você usando de intimidação e ameaças e demando que você me dê $200. Tendo tomado seu dinheiro, então eu compro comida, abrigo e assistência médica à mulher. Serei eu ser culpado de um crime? Uma pessoa moral irá responder afirmativamente. Eu cometi furto por tomar a propriedade de uma pessoa e dar a outra. A maioria dos americanos iria concordar que seria furto sem levar em conta o que eu fiz com o dinheiro. Agora vem a parte difícil. Continuaria sendo furto se eu fosse capaz de convencer três pessoas a concordar que eu deveria tomar seu dinheiro? E se eu conseguisse 100 pessoas a concordar – 100,000 ou 200 milhões de pessoas? E se invés de pessoalmente tomar seu dinheiro para dar assistência à mulher, eu me juntasse com outros americanos e demandasse ao Congresso a usar os agen...

Considerações oportunas...

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Mais de 2000 anos depois, o Pai Nosso continua incomodando. Publicado em  11 de junho de 2015  por  Yashá Gallazzi  em  Yashá Gallazzi   com   2 Comentários Jean Wyllys ficou aparentemente muito incomodado porque parlamentares decidiram rezar um Pai Nosso na Câmara dos Deputados, ontem. O ato de rezar a “oração que Jesus nos ensinou” indignou tanto o deputado e ex-BBB, que os responsáveis pelo infame ato mereceram a alcunha de fascistas. Tudo bem. Jean Wyllys não assusta. Ao longo de mais de dois mil anos, gente com maior relevância e de mais profundidade intelectual também apontou o dedo para o cristianismo e proferiu os mais diversos impropérios contra os seguidores dessa doutrina. O fim da Santa Madre, inclusive, já foi previsto muitas vezes na história, mas ela segue aí, firme e forte. Não, definitivamente esse tipo de imbecilidade não assusta a Igreja ou o cristianismo. Mas não deixa de surpreender o grau de ignorância d...

Os milagres do governo Dilma

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Até onde vai a insensatez dos poderosos?

Leiam abaixo trecho de notícia extraída do Consultor Jurídico: MAIS UM BENEFÍCIO Aprovado o projeto que cria auxílio-educação para juízes do Rio 26 de maio de 2015, 18h57 Os juízes e servidores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro passarão a contar com um benefício a mais no fim do mês: o auxílio-educação. O projeto de lei que prevê o pagamento de R$ 953,47 por filho, para o custeio das despesas com a escola, foi aprovado nesta terça-feira (26/5) pela Assembleia Legislativa fluminense. O valor será pago todo mês a juízes e servidores com até três filhos, em idade entre 8 e 24 anos. O projeto de lei foi elaborado pelo próprio TJ-RJ sob a alegação de se promover a simetria com o Ministério Público estadual, que já recebe auxílio semelhante. O dinheiro sairá do Fundo Especial do TJ-RJ, composto pela arrecadação com taxas judiciárias e custas judiciais. O presidente do TJ-RJ, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, comemorou a aprovação do projeto de lei. De acordo com ele,...

É preciso um estado menor e menos governo. Assim, haverá menos intervenção política e menos corrupção em tudo, com melhores resultados para todos

Política e Investimentos: A Tragédia dos Fundos de Pensão O loteamento político de vários órgãos públicos é algo que tem chamado a atenção, em especial nos últimos 15 anos. Mas o que se faz com a poupança de milhões de trabalhadores em nome de conveniências políticas é algo que merece atrair muita mais atenção dos órgãos de controle e do país como um todo. 20-05-2015 Por Terraço Econômico Você no Terraço | Por Gerson Caner* Os fundos de pensão públicos são instituições criadas para cuidar da aposentadoria de servidores de estatais. Os maiores deles são o Petros, da Petrobrás, o Postalis, dos Correios, o Funcef , da Caixa Econômica Federal e o Previ, do Banco do Brasil. Para se ter uma ideia da importância dessas instituições, elas reúnem mais de 2,5 milhões de servidores na ativa e cerca de 550 mil aposentados. São mais de 3 milhões de trabalhadores, gente que reservou parte dos salários ao longo de décadas para garantir um futuro tranquilo e que agora sofre as cons...

Programa Espacial Brasileiro ou, rir é o melhor remédio

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A destruição das gravações das reuniões do Conselho da Petrobrás é queima de arquivo que ofende os brasileiros e obstrui a justiça

A trapaça da estatal que queima arquivos José Nêumanne06 Maio 2015 | 03h 00 Como se tivesse sido instada a explicar por que queima gás nos campos de extração de petróleo, a Petrobrás tentou justificar a eliminação de áudios e vídeos em que foram gravadas reuniões de seu conselho de administração nas quais se decidiu a compra funesta e onerosa da refinaria da Astra Oil belga em Pasadena, Texas. Tentar até que tentou, mas não conseguiu. Não vai ser com a queima confessada de arquivos que podem revelar atitudes criminosas de quem autorizou um negócio tão controverso como foi esse, feito no momento em que presidia o dito conselho a ministra poderosa de dois governos e chefe do anterior e do atual, que a empresa recuperará sua credibilidade perdida. Neste momento em que ineficiência, má gestão, queda do preço do produto que refina e cujos combustíveis vende e, sobretudo, roubo, muito roubo, levaram a estatal a divulgar um balanço com a maior perda em ativos entre as grandes petroleiras do ...

Mais um bom editorial do Estadão. Desta vez, contra a aprovação do nome de Luiz Fachin para o STF

Há precedente 06 Maio 2015 | 03h 00 A Constituição Federal define o procedimento para o preenchimento das vagas do Supremo Tribunal Federal (STF) – o presidente da República indica um nome e o Senado Federal o sabatina, aprovando-o ou reprovando-o. No entanto, seria um enorme empobrecimento institucional ver esse processo apenas como um simples procedimento ou um mero jogo de forças políticas. A composição do STF é tão decisiva num Estado Democrático de Direito que a Constituição define não apenas o procedimento, mas os requisitos pessoais para o cargo. Tais requisitos são conhecidos: notório saber jurídico e reputação ilibada. Eles não são apenas fórmulas bonitas – expressam as qualidades que a sociedade espera ver em quem ocupará uma cadeira na Corte Constitucional. Preencher tais requisitos não é mera formalidade – é o caminho para que o STF tenha plena legitimidade para decidir com isenção, muitas vezes de forma contrária à opinião pública. Afinal, o Supremo Tribunal Federal é o g...

Um bom editorial da Gazeta do Povo sobre os últimos acontecimentos no Paraná

EDITORIAL Democracia não se faz na marra Ninguém pode impor as próprias convicções – ainda que sejam as mais legítimas – pela força 03/05/2015   00h01 Texto publicado na edição impressa de 03 de maio de 2015 Comentários  (0) O Paraná se refaz lentamente do choque sofrido na quarta-feira, quando mais de 200 pessoas ficaram feridas após o confronto entre policiais e professores em greve, enquanto dentro da Assembleia Legislativa os deputados estaduais aprovavam o projeto de lei que muda as regras da Paranaprevidência. Na quinta-feira, neste mesmo espaço, mostramos a responsabilidade do governo estadual no triste episódio do dia 29 de abril. Mas seria injusto não mostrar que há um outro lado da moeda: o clima de conflito foi construído por grupos dispostos a usar métodos que contrariam a democracia. Propomos aos professores e demais leitores da  Gazeta do Povo  um exercício retórico: se a Assembleia Legislativa estivesse se preparando para votar ...

Sobre a infeliz indicação de Luiz Fachin para o STF

Indicação infeliz O ESTADO DE S.PAULO 03 Maio 2015 | 02h 07 As duas precondições essenciais estabelecidas pela Constituição Federal para a escolha de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) são o notável saber jurídico e a reputação ilibada. É o mínimo que se pode esperar de um juiz sobre cujos ombros pesa, em última instância, a responsabilidade de ser o "guardião da Constituição". A indicação do nome a ser aprovado, por maioria absoluta, pelo Senado Federal, é atribuição do presidente da República. O País vive neste momento o processo de escolha do nome que vai substituir no STF o ministro Joaquim Barbosa, aposentado há nove meses. E o indicado pela presidente Dilma Rousseff é o advogado Luiz Edson Fachin, gaúcho que fez carreira no Paraná e é descrito como "homem de esquerda", muito chegado ao movimento sindical, como a CUT, e a organizações sociais, como o MST. Embora seja natural que a visão de mundo de um magistrado, necessariamente confor...

Herança maldita de Dilma e Mantega que recairá nas nossas costas

A herança da irresponsabilidade O ESTADO DE S.PAULO 01 Maio 2015 | 02h 04 O governo terá muito trabalho e os brasileiros, muito aperto, ainda, até o País se livrar da herança de quatro anos de irresponsabilidade e incompetência na gestão das contas públicas. O buraco no balanço geral do setor público chegou a R$ 435,7 bilhões nos 12 meses terminados em março, um déficit equivalente a 7,8% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para o período. Sete anos depois do início da crise global, a maior parte dos países mais afetados sai do atoleiro, volta a crescer e exibe finanças públicas em recuperação. O Brasil continua na contramão e a única boa notícia é o esforço da nova equipe econômica para corrigir o rumo. No fim de 2014, o déficit nominal do setor público brasileiro - o dado mais amplo, incluído o pagamento de juros - chegou a 6,2% do PIB. A média da América Latina foi um resultado negativo de 4,9%. A dos emergentes do Grupo dos 20 (G-20), um déficit de 2,6%. A da zona do...

Um belo editorial do Estadão

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,licoes-de-selvageria-imp-,1679504 Lições de selvageria O ESTADO DE S.PAULO 01 Maio 2015 | 02h 04 Enquanto os professores se permitirem representar por partidos sem voto - aqueles que dependem do caos para triunfar - sua reivindicação por condições melhores de trabalho e de vida servirá como instrumento para que aqueles oportunistas exercitem sua truculência liberticida. Recentes conflitos envolvendo professores em São Paulo e no Paraná revelam uma estratégia comum entre os sindicatos dessa categoria profissional: provocar situações embaraçosas para governos administrados por seus adversários políticos e ideológicos. A luta dessa turma, portanto, nada tem a ver com a dos professores. Seu interesse está mesmo é na confusão de valores, na desinformação e na desmoralização das instituições democráticas, situação de onde a mazorca...

Valha-me Deus! Esse homem será um dos onze ministros de 200 milhões de brasileiros

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Eis aí! Teremos um Ministro do STF em campanha política pelo PT? O Senado dirá

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Como se sabe, "não existe almoço de graça". Apoiou, será recompensado. Ministro do STF, petista de carteirinha, é novidade no Brasil. Infelizmente, nada mais me surpreende. Nada me escandaliza.

Reflexões muito interessantes

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Da vida líquida para a vida gasosa (*) Rizzatto Nunes – Meu amigo Outrem Ego viu que eu citei o sociólogo polonês Zygmunt Bauman na coluna da semana passada e, como conhece o trabalho por ele publicado, disse-me que andava com saudade das coisas sólidas de antigamente, que, aliás, não são tão antigas assim. No final do ano passado ele já reclamara do fechamento das locadoras de vídeos, que praticamente não mais existem: “Um dos passeios mais gostosos de fazer era ir sozinho ou com um amigo, o namorado, a namorada, o marido a esposa, os filhos ou até mesmo toda a família a uma locadora de vídeos para escolher um filme ou mais, para depois assistir em casa. Era agradável, lúdico, instrutivo. E interativo. Encontrávamos outras pessoas, trocávamos experiências e opiniões sobre os filmes já vistos, dávamos dicas e, diante de uma enorme quantidade de opções, escolhíamos com carinho e sem pressa”. “Pressa”, disse eu na oportunidade, “Essa pressa que, de tão rápida, tão fugaz, nos ...

Você não tem motivos para acreditar no Banco Central do Brasil

Palpite infeliz QUARTA-FEIRA, ABRIL 01, 2015 ALEX 3 COMENTÁRIOS O Banco Central promete (ou talvez não, como veremos) que a inflação no ano que vem voltará a 4,5%, a meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Eu bem que gostaria de acreditar (não, minto: me divirto muito mais duvidando), mas, para ser sincero, esta não é a primeira vez que ouvimos esta promessa. De fato, entre agosto de 2011 e agosto de 2012, enquanto reduzia a taxa de juros ininterruptamente, o BC bem que tentou garantir que sua postura não ameaçaria o cumprimento da meta. Assim, ao longo daquele período as atas das reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) afirmavam: “ o Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, ajustes moderados no nível da taxa básica são consistentes com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012 ”. No entanto, a inflação em 2012 atingiu 5,84%, mesmo ajudada pela mudança na metodologia do IPCA, sem...

É preciso coragem para remar contra a corrente e defender a legalidade estrita... Parabéns ao Dr.Luiz Flávio Gomes!

LUIZ FLÁVIO GOMES JUIZ MORO RASGA A CONSTITUIÇÃO E QUEIMA A CONVENÇÃO AMERICANA Devagar com o andor porque o santo é de barro. O juiz de primeiro grau da Operação Lava Jato Sérgio Moro e Antônio César Bochenek (Presidente da Associação dos Juízes Federais) acabam de rasgar publicamente a Constituição brasileira , queimando, ao mesmo tempo, tal como fazia a Inquisição católica contra as "bruxas" nos séculos XV-XVIII, a Convenção Americana de Direitos Humanos. A proposta surreal deles é a seguinte: "atribuir à sentença condenatória de primeiro grau, para crimes graves em concreto (sic), como grandes desvios de dinheiro público (sic), uma eficácia imediata, independentemente do cabimento de recursos" (Estadão 29/3/15). Fiquei arrepiado e de cabelo em pé com a descabelada e inoportuna ideia, gritantemente inconstitucional e inconvencional. Tudo levava a crer que com a Operação Lava Jato o Brasil fosse passado a limpo, dentro da legalidade. Forjamos a esperança de que ...

Um grande editorial do Estadão

O grande culpado O ESTADO DE S.PAULO 30 Março 2015 | 02h 04 A grave crise política e econômica na qual o País está mergulhado coloca Dilma Rousseff na berlinda. E não poderia ser diferente. Afinal, ela é a presidente da República e tem demonstrado uma inacreditável inépcia no exercício das funções de primeira mandatária. Mas uma análise conjuntural que amplie o foco de observação da cena política para além dos episódios do dia a dia e se projete sobre os 12 últimos anos expõe à luz o protagonista oculto, o ardiloso responsável maior pela tentativa de reinventar o Brasil - aventura que hoje custa caríssimo para cada um dos brasileiros: Luiz Inácio Lula da Silva. Uma das conhecidas habilidades políticas de Lula é desaparecer de cena, procurar as sombras, fingir-se de morto para o grande público quando o perigo ronda. Exatamente como está fazendo no momento. Outra é só dizer o que sabe que as pessoas querem ouvir. Faz isso desde os tempos em que frequentava o palanque sind...