Um fio de esperança Segue, abaixo, trecho da revista britânica "The Economist", segundo o qual o segundo turno para as eleições presidenciais representa derrota para o governo Lulla. Transcrevo o texto porque não encontrei, na imprensa nacional, nenhuma análise com esta conclusão. Foi extraído da página do jornalista gaúcho Diego Casagrande (www.diegocasagrande.com.br), que tem artigos muitos interessantes sobre os mais variados assuntos, em especial de política. Economist: Resultado da eleição foi uma “derrota” para Lula |
05.10, 17h13 |
A revista britânica The Economist desta semana afirma que o resultado da eleição brasileira para Presidência foi inesperado para Luiz Inácio Lula da Silva, e que constituiu uma “derrota” para o petista. Segundo a publicação, Lula – que tinha uma reeleição garantida até a semana passada – “irritou os brasileiros”. |
Primeiro editorial do Estadão, 08/12/2025 - "O Supremo está com medo".
O Supremo está com medo Com a tentativa de limitar a possibilidade de impeachment de ministros, o STF afirma, em essência, que precisa se proteger do resultado da eleição para o Senado, um evidente disparate A liminar do ministro Gilmar Mendes que reescreveu o rito de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal marca um divisor de águas. Não se trata de interpretação, mas de mutação, ou melhor, de mutilação constitucional por canetada. Um único ministro eliminou o direito do cidadão de apresentar denúncia, entregou ao procurador-geral da República um monopólio acusatório inexistente na Constituição, elevou o quórum do Senado a patamar impraticável e aboliu o afastamento cautelar do acusado. É difícil imaginar gesto mais despudorado de autoblindagem – e mais contrário ao espírito republicano que o constituinte pretendeu instaurar. O ministro se justificou dizendo que a Lei do Impeachment, de 1950, está “caduca”. Ora, leis não “caducam”, a não ser que o legislador resolva ...
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